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Sexta-feira, Junho 30, 2006
Hoje eu acordei com uma sensação de dia especial. Como se fosse o dia do meu aniversário ou o natal, mas não, a sensação de dia especial era porque eu precisava ir até uma banca de revista comprar a revista Mulher Dia a Dia, da Editora Alto Astral e ver minhas palavras publicadas lá.
Não sei se vocês já tiveram a oportunidade de publicar algo que escreveram, mas já é a segunda vez que eu tenho esse gostinho de ver o meu nominho lá, numa publicação nacional, que vai circular no Brasil inteiro. É simplesmente o máximo! Uma sensação indescritível.
Eu ainda não contei aqui, mas mais de um mês atrás, a Rose Araújo, jornalista e leitora deste blog, disse que acha muito interessante a maneira como eu lido com a morte do meu irmão e me pediu para escrever um texto sobre isso pra revista em que ela trabalha, que tem uma seção chamada Vitória e é sobre superação. Escrevi um texto enorme que infelizmente precisou ser cortado porque não caberia no espaço que a revista destina a essa seção. E mesmo assim a Rose fez uma edição brilhante, e o texto não perdeu sua essência. Mandei também uma foto minha com meus irmãos e meus pais. E o resultado ficou assim:
Da dor à união
Freda Franchin superou a morte com amor e vontade de viver
Família Franchin: Freda (à esquerda) com os pais e os irmãos; Eduardo é o segundo da direita para a esquerda
"No dia 12 de dezembro de 2004 recebi a notícia que o meu irmão Eduardo havia falecido. Eu tinha 25 anos e ele, um ano e quatro meses mais novo, estava com 23. Eu sou a mais velha de quatro irmãos e por termos idades próximas, sempre fomos unidos e mais do que irmãos, amigos.
O momento exato em que eu recebi essa notícia ficou pregado na minha cabeça como se fosse um quadro na parede da minha sala e até hoje eu ainda me pego tentando assimilar aquelas palavras do meu pai: ¿O Dú morreu, filha¿. Simplesmente porque nada daquilo combinava com o meu irmão, que era uma pessoa extremamente cheia de vida. Ele irradiava alegria, alto astral, era empolgado, divertido, engraçado e feliz demais. Pensando nele, eu pensava em alegria e animação e nada disso combinava com aquela notícia.
Num momento de muita tristeza, minha irmã Naiara disse: "Eu teria escolhido ser a irmã dele mesmo que eu soubesse desde o começo que seriam só 23 anos e mesmo sabendo que hoje sentiríamos tanta dor. Tudo o que vivemos com ele, todos os momentos e acontecimentos valeram muito a pena". Penso que foi muito importante vermos a situação por esse lado e todos nós concordamos com ela.
Aprender a viver sem ele foi, é, e será sempre, a parte mais difícil, mas demos um grande passo quando passamos a simplesmente aceitar a morte dele. Sem revolta nem raiva, aceitar a morte de alguém é perceber que a vida precisa continuar independente da pessoa que se foi. A aceitação nos trouxe a certeza de que a vida continua em uma outra dimensão e a esperança de nosso futuro reencontro.
No domingo de sua morte, ele acordou cedo e arrumou todo o seu guarda-roupa. Com um barbante, pendurou seus bonecos do Homem-Aranha infláveis no teto do quarto e colocou pôsteres do Homem-Aranha na parede. Mais tarde, cantarolava no quintal enquanto colocava as luzes de natal no telhado. Naquele dia, ele estava ainda mais feliz do que o habitual. Antes de sair de moto, minha mãe perguntou aonde ele ia e ele respondeu: "Vou tomar um vento no rosto, mãe". Quarenta minutos depois chegou a trágica notícia do acidente. Descendo uma avenida quase sem movimento ele bateu numa caminhonete tipo Saveiro que atravessava a avenida. Sofreu uma hemorragia interna na região do tórax que o matou instantaneamente.
Um mês após a morte dele, minha mãe, minha irmã, quatro amigos do meu irmão e eu, fizemos uma tatuagem em sua homenagem e teremos o nome dele gravado em nosso corpo para sempre.
Em março, passados três meses de sua morte, chegou o dia de seu aniversário e a festa, que ele mesmo havia planejado poucos dias antes de morrer, aconteceu. Confesso que na hora de cantar os parabéns nos sentimos tristes, afinal, como desejar "muitos anos de vida" quando não há mais vida? Por isso, no aniversário deste ano, optamos por não cantar parabéns, mas houve uma festona com decoração do Homem Aranha e um mural lotado de fotos dele. Como "presente", os convidados levaram 1 kg de alimento não perecível, que depois doamos para uma família necessitada.
Eu não tenho dúvidas de que no meio de tanta dor e sofrimento, minha família aprendeu muito e se uniu ainda mais. Aprendi que morte é mudança, é transformação, para a pessoa que morre e também para os que ficam. As pessoas encaram a morte como se fosse algo distante, sem se dar conta de que pode acontecer com qualquer um, em qualquer idade, a qualquer momento. A vida é um ciclo que pode ser completado a qualquer momento."
Rose, querida, já é a segunda vez que publico meus textos graças a você. Muito obrigada pelas oportunidades e principalmente pelo carinho e apoio. Obrigada também por nunca mudar minhas palavras nas edições. Nunca vou me esquecer de sua ajuda!
E agora, 1, 2, 3 e já. Todo mundo correndo pra banca mais próxima pra comprar a revista Mulher Dia a Dia com a Carolina Dieckmann na capa!!!
por Freda Franchin às 2:58 PM
Quarta-feira, Junho 28, 2006
VIDA DE UNIVERSITÁRIA (depois de velha)
Como todo mundo já sabe, eu estou fazendo minha 2ª faculdade. E fazer uma 2ª faculdade, principalmente na minha idade, tem inúmeras vantagens. A principal delas é que você se dá conta de que os conteúdos das aulas realmente vão ser úteis depois da formatura. Você passa a freqüentar as aulas com interesse, prestando atenção nas explicações, fazendo os trabalhos com vontade de aprender e não apenas para garantir presença e não estourar em faltas. Por esse motivo, eu, logo eu, agora sou tachada de CDF.
Eu sou uma das alunas mais velhas da sala e como acontece na maioria das salas de aula, eu também tenho a minha panelinha, a minha turminha de amigas: Vânia, Monique, Anna Vitória, Ana Carla e eu somos inseparáveis, na faculdade, e muitas vezes fora dela. Acontece que elas têm entre 19 e 22 anos e eu tenho 26. Eu me enquadrei perfeitamente na turma, até porque aparento ter no máximo 23 anos, mas me enquadrei tão perfeitamente que na maioria das vezes elas se esquecem que eu sou "tão velha" e soltam pérolas como: "Ah, mais tal pessoa já tem 25 anos, ela é velha!" ou "Ele é mais velho, já tem 26." Elas se esquecem completamente que eu tenho 26 e quando se lembram desse pequeno detalhe ficam inconformadas de eu já ter 26 anos. Aí eu fico me lembrando de quando eu tinha 20 anos, de como as pessoas de 26 pareciam realmente velhas pra mim. De como eu tinha a certeza absoluta de que estaria casada no máximo até os 25 e que com 26 anos já teria a vida feita: um salário de 5 mil reais, minha casa própria e o carrão na garagem. Só que a vida real não é bem assim e dos 19 aos 26 é um pulo, e eu ainda não me sinto uma adulta de verdade. O fato é que, tirando o fato de sempre preferir ficar em casa vendo um filme, o desanimo pras longas noitadas, a minha cama ter se tornado um dos melhores lugares do mundo, as dores nas costas, um ruga ou outra nos olhos e algumas pintas a mais, quase nada mudou!
Mas sobre eu ser tachada de CDF, aposto como o pessoal que fez Publicidade comigo daria muita risada desta minha nova fama. Mesmo porque durante a minha 1ª faculdade, eu sempre preferia ficar na cantina batendo papo às aulas de Marketing. E agora, cantina pra mim, só durante o intervalo de 15 minutos entre as aulas. Volto pra sala de aula correndo porque sei que posso sentir falta de alguma informação depois de formada. E diferente do que eu pensava quando estudava Publicidade, as informações que os professores passam, são realmente muito úteis. É por isso que devia ser proibido entrar pra faculdade antes dos 22 anos!
A maioria das amigas, por mais amigas que sejam, vão embora depois da formatura. O conhecimento fica e só aumenta.
A maioria das 40 pessoas com quem eu fiz Publicidade, eu vi pela ultima vez no dia 02 de fevereiro de 2002, na noite do nosso Baile de Formatura. As únicas amigas que sobraram foram a Aline e a Ester, com quem mantenho contato e pego algumas baladinhas.
Isso porque a minha sala de Publicidade era totalmente unida, quase nem tinha panelinhas porque todo mundo era amigo de todo mundo e todo mundo ficava junto o tempo todo. Saíamos pra baladas juntos, fazíamos muito churrascos e viagens. Agora a minha sala de Jornalismo é totalmente desunida, nunca fizeram um único churrasco e as pessoas mal sabem os nomes umas das outras. É por esse motivo que eu não tenho o menor interesse em participar da formatura com eles. E é por esse motivo que eu sempre escolho voltar pra sala de aula aos bate papos na cantina. Repito: as amigas acabam indo embora e sobra só o conhecimento e as informações.
Hoje eu sei que o diploma, aquele pedaço de papel chique, que custa caro, onde está escrito que você é bacharel em alguma coisa e que está habilitada a gozar de todos os direitos e prerrogativas legais, na maioria das vezes não serve pra absolutamente nada.
Nós 5 na sala de aula
Nós 5 no estúdio de fotografia da faculdade
Nós 5 numa das nossas voltinhas de carro
Nós 5 no estúdio de TV na faculdade
Nós 5 num barzinho no chá de cozinha da Vania. Ela não casou, só foi morar sozinha.
Nós 5 no estudio de fotografia da faculdade
por Freda Franchin às 4:05 PM
Terça-feira, Junho 27, 2006
por Freda Franchin às 5:03 PM
Sábado, Junho 24, 2006
VIDA
A temporada dos aniversários está na reta final. Como eu já contei aqui diversas vezes, a maioria das pessoas importantes da minha vida, fazem aniversário entre maio e agosto, mas grande parte se concentra no mês de junho.
Os presenteados e os presentes:
Minha sogra ganhou uma orquídea (ela tem um orquidário)
A Hello ganhou uma blusinha MARAVILHOSA!
A Karina ganhou um brinco de strass com formato de estrela
A Sil ganhou um baby doll
Meu sogro ganhou o DVD do filme Coração Valente (que ele ama!!)
Isso porque já teve o niver da Aline, Fer, Ana Carla e roommate Luisa, que não ganharam presentes e ainda tem o niver da minha prima Aline, minha amiga Alessandra, a baby Maria Eduarda, minha irmã e minha mãe. Prejuízo total!!
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Ontem foi dia de velório. Morreu de infarto o pai de um amigo que o namorado e eu temos em comum, na casa de quem, inclusive, o namorado e eu nos conhecemos. Impressionante como o infarto e o câncer matam tanta gente! Ver que o Luis perdeu o pai assim tão de repente, me fez pensar de novo em como a vida é frágil e em como este realmente pode ser o ultimo minuto de nossas vidas. Carpe Diem.
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No feriado super prolongado da semana passada, os amigos do namorado alugaram uma chácara e o namorado foi pra lá, enquanto eu fui pra Bebedouro, mas no domingo fui pra chácara pra ver o jogo do Brasil e ficar lá até segunda-feira a noite, já que era feriado em Ribeirão. E depois de 4 dias sem encontrar o namorado dá só uma olhada na gente matando as saudades nas fotos.
*A propósito, o namorado e eu estamos no maior love nesses últimos dias. Bom demais! Pelo menos até a próxima briga...
Que delícia!!
Namorado e eu nos amassos e a sogrinha do lado, e a cunhada com o noivo
Mais beijo gostoso
E mais beijo. O jogo estava realmente muito interessante!
Olha nós 2 lá atrás no canto esquerdo
por Freda Franchin às 5:21 PM
Quinta-feira, Junho 22, 2006
CAMPO MINADO
Eu queria vir aqui e escrever sobre coisas alegres, como faço sempre, mas meu namoro está em crise e eu estou morta de medo! Hoje ele definiu com maestria o nosso relacionamento nos últimos tempos: "Parece que precisamos tomar sempre muito cuidado porque a qualquer momento podemos pisar num campo minado." É assim que tem sido, qualquer coisa que dissermos, qualquer coisa que fizermos, absolutamente qualquer coisa pode dar início à próxima briga e é como se a qualquer momento estivéssemos esperando por ela. E a cada briga nos desgastamos mais e nos sentimos mais cansados e desanimados. Chegamos ao ponto de fugir de determinados assuntos e fugir de termos determinadas conversas só pra fugir do que pode se tornar uma briga.
A minha única e maior certeza é que eu o amo muito e quero muito ficar com ele, mas eu estou ficando cada vez mais cansada...
O casal briguento no último jogo do Brasil
por Freda Franchin às 1:51 AM
Sexta-feira, Junho 16, 2006
QUASE TUDO
E então, justamente no dia dos namorados depois que uma noite romântica planejadíssima foi por água abaixo por causa de mais uma briga estúpida, o namorado e eu decidimos que era melhor para por ali. Foi como desistir de meu grande amor, como amputar um braço, como arrancar o meu coração, mas eu estava completamente desanimada, sem ver nenhuma luz no fim do túnel. Desesperada por não conseguir controlar minha fúria, desesperada por não conseguir respeitar as opiniões e atitudes de uma pessoa tão diferente de mim. Desesperada por não conseguir agir da maneira como tínhamos combinado. E então ele me deu um abraço molhado pelas lágrimas e foi embora e eu passei o pior dia dos namorados da minha vida. E o dia seguinte foi ainda pior, era o dia do jogo do Brasil e tínhamos planejado assistir o jogo com a turma dele no Chopp Time, mas tudo o que eu fiz foi ficar deitada no sofá da minha casa pensando no meu anjinho. Foram exatamente 31 horas de separação e às 3 da manhã decidimos que com todo aquele sofrimento não íamos resolver nossos problemas. E que se nos amamos tanto temos que resolver nossos problemas juntos. Mais do que respeito e confiança, acredito que tolerância é a palavra chave, é a solução. Cada um cedendo um pouquinho, cada um tolerando e aceitando mais o outro. Não está sendo fácil, mas não vamos desistir tão cedo!
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E agora eu estou em Bebedouro na casa dos meus pais sem o namorado, que decidiu ficar em Ribeirão com os amigos que alugaram uma chácara para o feriado prolongadíssimo (segunda-feira é aniversário de Ribeirão). Apesar da saudade e de não parar de pensar um segundo no que ele está fazendo agora, eu até que estou curtindo esse tempo que demos para nós. Estou curtindo ficar aqui curtindo minha família e minha casa. Principalmente porque meu irmão que mora looonge está aqui de férias.
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Acabei agorinha de ler o livro Quase Tudo da Danuza Leão. Agora entendo porque quando ouvia esse nome eu simplesmente não sabia direito de quem se tratava. Simplesmente porque se trata de uma pessoa normal, é o tipo de pessoa que transforma o nome em adjetivo de si mesma. Danuza Leão é Danuza Leão. A leitura é envolvente e gostosa, mas é irritante o modo como ela passa as 221 páginas do livro citando nomes de pessoas, que segundo ela são conhecidíssimas. Nomes como Tereza Souza Campos, Maurício Roberto, Lana Turner ou Miles Daves que eu nem sei de quem se trata são citados como se fossem nomes de celebridades conhecidíssimas. É mais ou menos como se você fosse uma pessoa muito melhor porque conviveu com pessoas famosas. E dá a nítida impressão de que Danuza ¿se acha¿ citando passagens de sua vida em que conviveu de perto com essas pessoas de nomes que ela cita com tanto orgulho, mas de quem nunca ouvi falar.
Além disso, a história fica um pouco exagerada quando ela diz que deu um pulo a Paris ou Nova York como quem diz que vai a uma cidade vizinha. Mesmo falando sobre os tempos de escassez de dinheiro, ela conta sobre os apartamentos que comprou e as milhares de viagens internacionais que fazia o tempo todo. Será que naquela época as passagens eram muuito baratas ou a idéia de escassez de dinheiro é bem diferente da minha?
Mais para o final do livro, quando fala sobre o período das trevas que viveu, Danuza relata brilhantemente as perdas que sofreu, primeiro do ex marido que teve um ataque no coração, depois do pai que se suicidou, depois o filho que morreu num acidente de carro, depois a irmã que morreu com um tumor no cérebro e por último a mãe que morreu de velhice mesmo e tudo isso num período de 9 anos!
por Freda Franchin às 9:02 PM
Terça-feira, Junho 13, 2006
O QUE FAZER?
O que fazer quando você encontra o amor da sua vida? Uma pessoa extraordinária, sensacional, possuidor das melhores e mais raras qualidades que uma pessoa pode ter. Um desses homens em extinção, uma verdadeira raridade, um tesouro. No meio de tantos mulherengos e imprestáveis, você encontra um homem que te valoriza, que faz tudo por você. Um homem que prioriza você, que te elogia o tempo todo, que repara se você fez as unhas, se depilou, se maquiou ou colocou uma roupa nova. Um homem que faz questão de sua companhia em todos os momentos de sua vida, que tem uma família espetacular e que faz todos os momentos se tornarem especiais.
E você tem certeza que é este o homem que você quer ao seu lado pro resto da vida. O homem que você quer como pai dos seus filhos, que você quer encontrar no altar, vestida de noiva. E todos os dias você agradece a Deus por ter colocado uma pessoa tão especial em sua vida e muitas vezes se pergunta o porquê de tanta sorte.
O que fazer quando você é completamente louca e apaixonada por este homem, mas vocês simplesmente vivem em pé de guerra? Brigam pelos motivos mais estúpidos, discordam em tudo, discutem o tempo todo, mas quando vocês estão bem, é como estar no paraíso, vocês são perfeitos quando não estão brigando, são totalmente apaixonados, mas quando brigam tornam-se verdadeiros inimigos.
O amor é tão forte que faz vocês superaram cada briga e os momentos bons fazem você ter certeza de que cada briga vale a pena só por aqueles momentos no paraíso. Mas as brigas tornam-se cada vez mais freqüentes, mais insuportáveis e mais dolorosas e você sente-se cada vez mais perdida. E de repente percebe que por mais triste ou injusto que seja, vocês não tem outra saída a não ser simplesmente terminar o namoro. Dar um tempo para pensar e tentar encontrar um caminho pode parecer a melhor coisa a fazer nos momentos de desespero, mas como ficar longe de uma pessoa que você só consegue imaginar ao seu lado?
por Freda Franchin às 12:26 PM
Segunda-feira, Junho 12, 2006
DIA DOS NAMORADOS
"O mais fantástico da vida é estar com alguém que sabe fazer de um pequeno instante um grande momento "
Natal
Nossas alianças novas
Baile de Formatura dele
Festa do Cafona
Baile de Formatura da minha amiga Alessandra
Cachaçaria Agua Doce em Bebedouro
Carnaval em Caraguá
Balada em Ribeirão
Coquetel de lançamento da exposição de arquitetura
Splash Beach
Splash Beach
Reveillon no Garujá
Baile de Formatura dele
por Freda Franchin às 2:24 PM
Sexta-feira, Junho 09, 2006
DROPS
No fim de semana eu trabalhei no Festin, um congresso de publicidade e acabei não tendo pique pra sair de casa. As fotos estão lá no buzznet.
Ontem, depois de muuito tempo fui numa entrevista de emprego. A vaga era pra assistente administrativa de um escritório da Editora Abril que vai abrir aqui em Ribeirão. A vaga era o máximo, apesar de que trabalhar das 9 as 18 é o mesmo que voltar à vida de correria e não ter mais tempo pra nada!
Estou ajudando minha cunhada na organização de uma Mostra de Arquitetura, Decoração e Paisagismo que acontecerá no Novo Shopping em setembro. Fiz alguns textos e tenho muuitos contatos telefônicos pra fazer. Eu realmente amo trabalhar com eventos!
Fiz um MSN novo e só adicionei pessoas realmente importantes com quem eu realmente faço questão de manter contato.
Estou ansiosa pelas férias de julho. Pretendo passar o mês inteirinho na casa dos meus pais em Bebedouro, curtindo muito o ambiente familiar de que tanto sinto falta.
Arrombaram o carro da Luiza (roommate) aqui na frente do nosso prédio a 13:30 da tarde!! É muita cara de pau desses ladrãozinhos malditos! Ah, mas como eu adoro quando eles fazem isso e não encontram nadinha dentro do carro pra levar.
Ontem eu recebi uma das melhores notícias dos últimos tempos: o síndico aqui do prédio vai se mudar. Durante os 3 anos que eu moro aqui ele infernizou tanto a minha vida que fica impossível enumerar tudo. Inumeras vezes tive vontade de me mudar daqui pra não ter mais que aguentar ele. Difícil eu odiar tanto uma pessoa.
Eu não ia dar presente de Dia dos Namorados porque já tinha dado o perfume Ferrari Black pra ele, mas não resisti quando vi o novo cd do Pearl Jam que ele tanto queria! Ai meu cartão de crédito!
E já começou a temporada dos aniversários: Sogra, Ana Carla, Luiza, Aline, Fer, Hello, Karina, Sil, Maria Eduarda, Sogro, Alessandra... Parece que 80% das minhas amigas fazem aniversário entre maio e julho. Haja presente!!!
por Freda Franchin às 12:27 PM
Segunda-feira, Junho 05, 2006
Hoje eu estou me sentindo igualzinho à menina ai da foto acima. Um desânimo absoluto tomou conta de mim antes mesmo de sair da cama.
A cabeça está doendo.
A pia está cheia de louça pra lavar.
Meu estomago está desesperado por alguma comida, o que só vai acontecer se eu for ao supermercado.
Tenho que escrever três reportagens pra entregar na quarta-feira.
E eu só tenho ânimo pra ficar deitada no sofá...
por Freda Franchin às 1:41 PM
Quinta-feira, Junho 01, 2006
EU SOU O FIM DE SEMANA EM PESSOA
Definitivamente eu nasci para ser madame. Nasci pra acordar as 10 da manhã, ler um livro, escrever um monte, ir pro Shopping. Eu sou o fim de semana em pessoa!
Fico me perguntando como eu consegui passar 13 anos da minha vida acordando as 6 da manhã pra ir pro colégio. Impossível entender...
Não importa a hora que eu tenha ido dormir, as 8 da noite ou as 3 da manhã, eu acordo com o mesmo monte de sono. É muito sono pra uma pessoa só! Eu queria poder mudar todas essas rotinas insuportáveis de ter que sair pra trabalhar as 8 da manhã e só voltar pra casa depois das 6 da tarde.
Pra começar, o negógio é trabalhar só 6 horas por dia, entrar as dez e sair as quatro. Meia horinha de almoço, só pra comer mesmo. E depois do batente ainda dá pra fazer um monte de coisas, como ir ao médico, banco, cabeleireiro e resolver problemas da vida pessoal. Cem anos atrás, o infeliz que inventou esse negócio de trabalhar das oito as seis, definitivamente não tinha vida pessoal.
Eu gosto de trabalhar, gosto de resolver probleminhas profissionais, fazer contatos, aprender coisas novas, me sentir útil, mas eu não acho que isso precise ocupar todo o meu dia! É um saco ter que pedir pro chefe uma horinha pra poder ir ao médico, é um saco ter que ir ao dentista aos sábados, é um saco ter que pedir pro chefe deixar você faltar naquele dia em que você precisa viajar pra ver o seu irmão vai se formar.
Eu quero ser uma jornalista daquelas freelancer que trabalham em casa, quero ter a liberdade que eu nunca tive na produtora de TV ou não agência de publicidade, quero escrever minhas reportagens de pijama, com o pé em cima da mesa e descabelada, sem ter que agüentar chefe mala me enchendo e fazendo cobranças sem fim. Posso nunca ficar rica dessa jeito, mas eu prezo mais minha paz e sanidade mental do que o dinheiro.
por Freda Franchin às 12:22 PM
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