Freda Franchin tem 27 anos. Mora com duas amigas em Ribeirão Preto e adora o seu cabelo. Tem mil planos e projetos, mas normalmente não consegue realizar nenhum. Adora brócolis, sopa, pimenta e tudo que é feito de batata. Ama leite condensado. Na cozinha só sabe cozinhar o trivial, mas o tempero de seu feijão é capaz de conquistar um coração. Sonha em conhecer o Tahiti e a Austrália, mas no fim vai acabar ficando aqui pra sempre, porque ela não é uma pessoa de muita iniciativa. É ligadíssima à família, principalmente a seus pais e irmãos. Tem primas trigêmeas, dois primos americanos e duas primas gêmeas francesas. Também tem uma bisavó alemã, que nunca conheceu. Tem um irmão nadador que era lindo de *viver*. Ele faleceu aos 23 anos, no dia 12/12/2004, num acidente de moto. A dor é gigantesca. A saudade é eterna. E ela sente como se a ficha não fosse cair nunca. Mesmo assim, ela agradece a Deus por cada minuto dos 23 anos maravilhosos e inesquecíveis que passou ao lado dele. Adora MPB e sua música preferida é Wave do Tom Jobim. Na verdade, ela tem várias músicas preferidas. Mas odeia rap. E funk. E há algum tempo aprendeu a gostar de pagode. Aprendeu a viver a vida intensamente. Um dia de cada vez, como se cada minuto fosse o último. É uma publicitária frustrada que está fazendo faculdade de Jornalismo e continua tentando descobrir um jeito de ganhar dinheiro fazendo o que ela mais ama na vida, que é escrever. É viciada em revistas de todos os tipos, principalmente as de mulherzinhas. Tirando bula de remédio, lê tudo que lhe cai nas mãos. Adora escrever, mas odeia gramática. Já escreveu dois livros, mas não plantou nenhuma árvore e o filho só vem depois dos 30. Ele vai se chamar Gabriel. Seu namorado é um japonês saradinho, dono de uma alma encantadora e a boca mais linda do mundo. Um anjinho oriental que ela insiste em achar que foi seu irmão que lhe mandou. Não tem ídolos, mas também não tem fãs. Odeia gostar de coisas que todo mundo gosta. Fez uma cirurgia que a livrou de seus muitos graus de miopia e hoje está feliz da vida com seus olhos novinhos em folha. Tem pavor de agulha e já levou pontos na palma da mão. Sim, ela fez o maior escândalo. Foge quando tem que tomar vacinas. Vive dando ordens ao seu coração. Nunca teve catapora. Já ficou internada duas vezes, as duas por causa do dente do siso. Depois que perdeu seu irmão, aprendeu a falar EU TE AMO. Na verdade, depois que perdeu seu irmão, ela aprendeu muitas coisas e hoje é uma pessoa completamente nova que se descobriu muito forte. Já fez dieta para engordar. Hoje luta contra as banhas que se alojaram em sua barriga. Tem umas manias esquisitas, como passar creme nívea na boca e só dormir se tiver um copo d´água ao lado da cama. Dançou jazz e bale por cinco anos. Já treinou caratê, mas parou depois de levar um soco no nariz e começar a chorar no meio de uma competição séria. Hoje não faz mais nada e não anda a pé nem até a esquina. Mas está criando coragem pra voltar pra academia. É curiosa, mimada, preguiçosa, fresca, carinhosa, confusa e tem sono demais. Adora comida chinesa. Se formou no curso de inglês, mas já esqueceu quase tudo. Não consegue confiar nos homens e tem medo de casamento. Já trabalhou quatro anos no cartório de sua mãe, daí os traumas de casamento. Já teve um amor platônico, que se concretizou. É uma pessoa muito nostálgica. Sempre fica amiga de seus ex-namorados. Depois que se irmão se foi, ficou corajosa, colocou um piercing na orelha que é sua paixão e fez uma tatuagem na nuca, em homenagem ao seu irmão: é uma estrelinha azul, escrito o nome dele dentro: Dú. Nunca fumou, mas sempre fica bebinha e adora uma caipirinha de morango com vodca. E a ressaca no dia seguinte é destruidora. Nunca teve cólicas, nem TPM. Ela já beijou um inglês chamado Sean e também um argentino com nome de sabão em pó, chamado Ariel. Seu irmão caçula é um policial militar, loirinho e intelectual que mora muito longe. Já bateu o carro duas vezes. As duas na mesma esquina, no mesmo ano e no mesmo dia da semana. Tem uma família sensacional, unida como pouco se vê por ai. Tem uma irmã linda. Que é nutricionista e vive passando dieta pra todo mundo. Sua melhor amiga é a melhor enfermeira do planeta, que também é sua eterna cunhada. Tem sete melhores amigas. Seis ela conhece desde criança. A outra mora com ela há cinco anos. Sua festa de 15 anos foi um acontecimento em sua cidade. Não, não teve valsa nem ator famoso. Mas teve Dj e muitos convidados. Muitos mesmo. Reprovou três vezes no exame de motorista. Adora bebês, mas não sabe se vai conseguir ter um. É por causa do parto, que envolve agulha. Seus pais são apaixonados. E também são apaixonantes. Sua casa vive sempre cheia de pessoas queridas e amigas. A maioria, amigos de seu irmão, que hoje é uma estrela. Seus pais vivem dando festas e adoram ver a casa cheia de gente. Sua mãe também fez uma tatuagem em homenagem ao Dú. Seu pai tem uma voz e tanto, mas tem bebido muito, tentando superar a perda do Dú. Freda é viciada em gloss e leite integral. Com nescau. É viciada em fotografia. E leva a máquina digital pra todo lado. Apesar de tudo, acredita que a felicidade está nas coisas simples da vida e agora que acredita em destino, espera que tenha coisas muito boas reservadas para ela.

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fredafranchin@gmail.com

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Quarta-feira, Maio 30, 2007

VIVENDO



Na semana passada fui com minha sogra, cunhada, Renato e avó do Renato ver a Laurinha no ultra-som. Foi uma delícia presenciar aquele momento e ver ela praticamente pessoalmente, já pesando 350 gramas e com 22 centímetros. Saí de lá totalmente boquiaberta com tudo. Nós que estamos acostumadas a essas tecnologias não damos valor ao verdadeiro milagre que é poder ver um bebezinho minúsculo que ainda se desenvolve no ventre da mãe. É impressionante ver que ela já tem todos os dedinhos, a coluna, o coraçãozinho batendo forte, praticamente tudo já formado direitinho. Outro milagre é pensar na perfeição da criação de uma vida dentro da gente. Sempre achei essa idéia incrível, quase inacreditável. É maravilhoso pensar que do amor de um casal pode-se gerar uma nova vida. O que eu mais queria neste momento era ter uma vida estabilizada ou no mínimo um bom salário para poder gerar a vida de um novo serzinho japonês dentro de mim. Nunca senti tão forte o chamado da maternidade como agora. Mas eu sou responsável o suficiente para entender que este não é o momento, mesmo sabendo que meus pais também estão recebendo o chamado da vóternidade (acabei de inventar essa palavra!).

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Na sexta-feira, tive um (re)encontro muito especial. Depois de quase 1 ano sem ver minhas amigas gêmeas Fer e Aline fui com meu namorado comemorar o aniversário delas na Cachaçaria nova. Foi uma noite muito bacana, com muita conversa colocada em dia e muitas histórias do passado relembradas, regadas a caipiroska de abacaxi. Também escutei muitas histórias da Maria Eduarda, baby da Fer que já vai fazer 2 aninhos.
É muito triste o modo como a vida acaba nos afastando de pessoas queridas, mas ainda que passemos algum tempo sem nos falar faço questão de nunca perder o contato com amigas com quem eu vivi tantos momentos inesquecíveis e divertidos. O senhor tempo pode perder as esperanças de me afastar delas.


Namorado e eu


Eu, Aline e nossas caipiroskas


Fer, eu e Aline

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Ontem minha irmã veio fazer um curso aqui em Ribeirão e trouxe minha mãe junto. Depois do curso fomos bater perna no shopping e eu as levei na loja da Yvi pra conhecer a Laura (leia-se barriga da Yvi). Depois fizemos muitas compras de roupas de frio e comemos no Mc. Mamy comprou um sapato de oncinha que é a coisa mais fofa.
Na hora de dormir meu quarto ficou cheio de colchões e cobertores e mãe e irmã. Uma delícia! Na hora de acordar teve cafezinho de mamãe (o melhor do mundo) e café da manhã em família, como eu queria ter todos os dias antes de vir trabalhar.

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O fim de semana em Bebedouro foi tranquilíssimo e gelado. Teve cochilo no meio da tarde, pizza e vinho até altas horas no sábado, filminho no DVD, pão quentinho feito na nova máquina de fazer pão, passeio no shopping e no parquinho com o Rafinha e o namorado, incluindo pipoca e guaraná (nananá para o Rafa) na praça e muita família reunida. Foi o último fim de semana de férias do meu irmão, que passou o mês inteiro em Bebedouro.

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Agora acabou a mamata, a partir da semana que vem vou passar a trabalhar até as 17:00. Mas pra quem faz algo que ama isso nem exige esforço. Depois conto os detalhes. Mas que estava bom demais poder dormir a tarde, ver filminhos, estudar gramática, ler muito, me dedicar ao TCC e fazer tudo sem pressa, isso é inegável. Mas já está passando da hora de virar gente grande, mesmo que eu ainda me sinta com 18 anos. Esses dias numa mesa de bar alguém me perguntou minha idade e eu respondi com a maior sinceridade: ¿tenho 26¿. Namorado me olhou com uma cara engraçada e disse: ¿26!?!?! Você tem 27 sua louca!!¿ Eu juro que não quis mentir, na verdade acho que já perdi as contas da minha idade. Definitivamente minha cabeça e meu corpo não acompanharam as velinhas de bolo que apaguei nesses anos todos. Mais alguns passos e eu chego nos 30. Ai que triste, me dá até vontade de chorar!

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Ontem almocei na Cravo e Canela com a Lili e a Mari. Almoço de madame, enquanto a conversa era colocada em dia. Comi um crepe de camarão divino.

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Agora estou deixando o carro no estacionamento na faculdade. Estão rolando vários assaltos lá na rua da faculdade e eu já estava ficando paranóica quando descia do carro. A gente paga tão caro pra estudar lá e ainda corre risco de ser assaltada. É o fim!!!


por Freda Franchin às 12:35 PM

Quinta-feira, Maio 24, 2007

ALEGRIA É A MELHOR COISA QUE EXISTE



"E a tristeza tem sempre uma esperança
De um dia não ser mais triste, não"



Eu não acredito na felicidade plena, acredito em momentos felizes, o que é bem diferente. Ninguém é feliz o tempo todo. A vida é louca e cada hora nos deparamos com um problema novo. Uma hora uma tia morre, na outra o pai fica doente, depois é a amiga que bate o carro ou um trabalho da faculdade que nos tira o sono. Uma briga chata com o chefe, uma decepção com uma grande amiga ou o fim de um namoro. Tudo isso atrapalha a felicidade plena, mas todos os problemas e chateações são interrompidos por momentos felizes. Se fôssemos felizes o tempo todo nunca daríamos valor à felicidade, porque ela seria uma coisa corriqueira. Como identificaríamos a felicidade se nunca ficássemos tristes? A tristeza é saudável sim! E agora que eu estou me sentindo tão feliz eu só consigo ver vantagens em ter passado por períodos tão difíceis. Quero dizer, sei que ainda não estou 100%, sei que minha felicidade é artificial (bendita fluoxetina!!) mas eu me sinto muito melhor e mais motivada a melhorar cada vez mais. É como aquela música do Vinícius de Moraes que diz assim:
"E a tristeza tem sempre uma esperança
A tristeza tem sempre uma esperança
De um dia não ser mais triste, não".


Estou falando da pessoa amargurada, triste, fechada e introvertida na qual a morte do meu irmão me transformou. Estou falando de ver fotos de 2 ou 3 anos atrás e não me reconhecer. Não saber exatamente quem era aquela menina loira de franja com um baita sorriso no rosto. Aquela pessoa feliz e animada sou eu. E eu quero ser aquela Freda sempre.

Além disso, o estágio no site tem feito com que eu me encontre. Eu estava me sentindo perdida e frustrada e agora eu descobri que eu posso sim ganhar dinheiro escrevendo. Eu sei do meu valor. Eu sei do meu amor pelas palavras e sei que nasci para escrever. Quando estou escrevendo minhas matérias para o site eu me sinto uma verdadeira desbravadora de palavras e significados. Amo escolher as palavras que estarão no meu texto, amo a combinação de algumas palavras e o que elas significam. E eu amo a língua portuguesa que me permite tantas combinações e tantos significados para uma mesma palavra. Escrever é um dom divino que está dentro de mim desde que nasci. Ninguém me ensinou, fui eu que descobri sozinha, por volta dos 9 anos de idade que mais do que amar escrever, eu tinha o dom de escrever. É assim que eu vejo, porque existem muitas pessoas que gostam de escrever, na minha sala de aula mesmo está lotado de gente que quando perguntadas sobre porque foram estudar jornalismo, respondem "porque eu gosto de escrever". Mas existe uma grande diferença entre gostar de escrever e escrever bem.
Quando escrevo gosto de descobrir onde vou colocar um acento ou uma crase. Gosto de quebrar a cabeça decidindo onde colocar as vírgulas e se aquele porque é por que, por quê, ou porquê.
É mágico tirar um novo mundo de dentro da minha cabeça, como estou fazendo neste momento.

Deêm uma olhada na letra dessa música. É fantástica!

SINTAXE A VONTADE
Teatro Mágico

Sem horas e sem dores
Respeitável público pagão
a partir de sempre
toda cura pertence a nós
toda resposta e dúvida
todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser
todo verbo é livre para ser direto ou indireto
nenhum predicado será prejudicado
nem tampouco a vírgula, nem a crase nem a frase e ponto final!
afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas
e estar entre vírgulas é aposto
e eu aposto o oposto que vou cativar a todos
sendo apenas um sujeito simples
um sujeito e sua oração
sua pressa e sua prece
que a regência da paz sirva a todos nós... cegos ou não
que enxerguemos o fato
de termos acessórios para nossa oração
separados ou adjuntos, nominais ou não
façamos parte do contexto da crônica
e de todas as capas de edição especial
sejamos também o anúncio da contra-capa
mas ser a capa e ser contra-capa
é a beleza da contradição
é negar a si mesmo
e negar a si mesmo
é muitas vezes, encontrar-se com Deus
com o teu Deus
Sem horas e sem dores
Que nesse encontro que acontece agora
cada um possa se encontrar no outro
até porque...
tem horas que a gente se pergunta...
por que é que não se junta
tudo numa coisa só?



por Freda Franchin às 10:52 PM

Terça-feira, Maio 22, 2007

CURTAS


Esses dias eu sonhei com meu irmão. Na verdade ele não apareceu no sonho, mas ele ia passar uma semana comigo e eu ia busca-lo na rodoviária às 5. E pela segunda vez eu sonhei que ele ia ser só meu e que eu não ia deixar mais ninguém chegar perto dele. O que será que isso significa?

.........................
No sábado a tarde o clube da lulu foi na minha casa e o TCC rendeu, praticamente terminamos tudo e colocamos tudo dentro das normas da ABNT.
À noite fui com o namorado, a Fer, Fred, Lu e Kiko comer picanha no Estrela do Mar.

.........................
Domingo na hora do almoço fomos pra casa da Mari pra festa surpresa do Cleber e ficamos lá até de noite, entre caipirinha, churrasco e cerveja. Voltei pra casa bem mais pra lá do que pra cá.

.........................
As cápsulas de felicidade que estou tomando são milagrosas. Me sinto feliz e plena. Estou muito mais extrovertida, falante e engraçada. Esses dias uma das meninas do clube da lulu comentou que eu estou diferente e que antes eu era muito tímida e fechada.

.........................
Meu pai está praticamente aposentado. Ele está de férias, mas a aposentadoria vai emendar e ele nem volta mais para o banco. Estamos todos detestando a idéia. Estou só imaginando ele que sempre foi tão ativo, passando o dia todo no sofá da sala vendo TV e tomando cerveja. Não dou 1 mês pra ele virar um alcoólatra de vez. Ele está lá cheio de planos para o fundo de garantia, mas eu o conheço bem e sei que não vai virar nada.
Antes ele fazia parte do grupo de Franciscanos do Educandário, de 2 Corais, do DCA (Drogas, Conscientização e Apoio) e do Sindicato dos Bancários. Isso sem falar que durante muitos anos ele teve dois empregos: no banco e no Educandário.
Ainda bem que junto com a minha mãe ele entrou na aula de dança de salão e me prometeu que no ano que vem vai voltar a cantar no Coral.
Por outro lado, a única vantagem que vejo é que minha mãe não passará mais os dias sozinha em casa (ela está aposentada a alguns meses) e terá a companhia dele. Outra vantagem é que ele gosta muito de viajar e sempre aproveitou as férias para viajar para os lados do Norte. Então agora ele poderá viajar com mais freqüência.

.........................
Hoje eu tenho um compromisso importantíssimo. Vou com a Yvi, Renato e minha sogra ver a Laurinha no ultra-som. Fiquei tããão feliz com o convite!! A barriga da Yvi já está bem grandinha e eu não vejo a hora de ver a Laura ao vivo.

.........................
Aqui no trabalho está tudo maravilhoso. Até hoje ainda parece que estou sonhando, que é bom demais pra ser de verdade. Quando o despertador toca as sete da madrugada eu chego a ficar feliz por que chegou a hora de vir pro trabalho. Nunca pensei que fosse possível aliar prazer com trabalho.
Vira e mexe eu entro lá no site e fico babando nos meus filhos mal acreditando que fui eu mesma que fiz. Eu mesma quem escolhi cada uma daquelas palavrinhas.
E agora eu estou me achando porque o site está fornecendo notícias da indústria farmacêutica para o site da Gazeta Mercantil e eu mal estou acreditando que meus filhos estão lá no site de um dos maiores jornais do país. Ainda não estou assinando meu nome, assino Da redação mas quando começar a falar com fontes e apurar notícias vou assinar meu nome.
O site que estou trabalhando é: HEALTH CARE BRAZIL.
E o da Gazeta é: Gazeta Mercantil.


por Freda Franchin às 11:38 AM

Sexta-feira, Maio 18, 2007

15 MINUTOS PRESO DENTRO DE UM ELEVADOR TE DEIXAM LOUCO?
IMAGINE UMA VIDA INTEIRA DENTRO DE UM HOSPÍCIO




Ontem foi o Dia Nacional da Luta Antimanicomial e eu e as meninas do meu grupo de TCC fomos à Unip assistir a uma palestra sobre Reforma Psiquiátrica.
Antes de começar a fazer meu projeto eu nunca tinha ouvido falar sobre a luta antimanicomial, não fazia idéia do que se tratava e hoje me vejo apaixonada pelo movimento.
O Movimento da Luta Antimanicomial é um movimento mundial que luta por uma sociedade sem manicômios e pelos direitos das pessoas que sofrem de transtornos mentais de não serem isoladas em hospitais psiquiátricos e excluídas do convício social.
O movimento diz que passar uma vida inteira trancado dentro de um manicômio não trata a doença mental, só faz com que ela piore e seja cultivada. Eles propõem que as pessoas com problemas mentais sejam livres e só sejam internadas quando estiverem em surto. Também propõem que os doentes mentais passem seus dias envolvidos em atividades de artes e que possam ter uma vida normal em meio à sociedade. Ir ao cinema, passear no shopping ou passar o domingo no clube. Isso sim é tratamento!
O cara que deu a palestra é musico, musicoterapeuta e membro do movimento desde seu início, há 20 anos. Ele tem diversas músicas sobre a vida(?) dentro dos manicômios e as letras são muito bacanas. Uma diz assim: "Eu sou louco. Louco varrido da sociedade" e a outra diz que "manicômios são cemitérios de vivos".
Filmamos a palestra inteira e já começam a surgir idéias para o documentário.
Quem se interessar pelo assunto vejam estes vídeos sobre manicômios: Delírio Coletivo.

.....................
Na próxima terça-feira é dia de entregar o projeto de pesquisa e estamos correndo contra o tempo. É impressionante como funcionamos sobre pressão e sempre deixamos tudo para o final do prazo. Agora é passar o fim de semana inteiro em meio a livros sobre loucura, metodologias e reforma psiquiátrica.


por Freda Franchin às 1:55 PM

Quarta-feira, Maio 16, 2007

RIR DOS OUTROS FAZ BEM, MAS RIR DE SI MESMA É MELHOR AINDA


Quando você abre as portas da sua vida na internet, você está propenso a todo tipo de coisa e deve estar preparado para os elogios, e também para as críticas.
Alguém deixou um comentário anônimo aqui no blog me dando o link e quando entrei mal pude acreditar no que estava lendo. Quero dizer, ninguém gosta de ser criticado, mas chega a ser engraçado ler o que desconhecidos pensam sobre você. Esse tipo de coisa não me afeta por que eu sei quem sou e o que sou, independente do que pensam ou falam de mim. Rir dos outros faz bem, mas rir de si mesma é melhor ainda.
O orkut é como a vitrine de uma loja. Você expõe o "figurino" da sua vida e alguns vão passar e dizer: "Que ridículo, detestei!", enquanto outros vão dizer: "Muito legal, adorei!" Afinal, gosto realmente não se discute, já que o mesmo perfil que sempre foi tão elogiado e copiado, desta vez foi criticado.
O tópico é antigo, tem quase 3 anos, mas eu só o vi ontem. De qualquer maneira, a melhor vantagem da internet é que quando você não gosta de algo é só apertar aquele X ali no canto superior direito.
Ah, gostaria de pedir para quem gosta de mim para que resista em me defender lá no tópico por que não gosto de responder a esse tipo de coisa. Estou aberta às críticas negativas também. E viva a LIBERDADE DE EXPRESSÃO!


por Freda Franchin às 9:25 AM

Segunda-feira, Maio 14, 2007

DOMINGO NO PAÍS DAS MARAVILHAS


O fim de semana foi tranqüilo de baladas e recheado de família. Na sexta-feira depois da aula na faculdade, namorado e eu fomos para Bebedouro e ficamos de papo com o pessoal de casa e agregados (leia-se Carlinha, Marquinho, meu ex-futuro cunhado Bruno, minha prima Aline e Dani, a manicure oficial da família) até as 2 da manhã.

No sábado o dia foi cheio: depilei as pernas, fiz as unhas e a tarde rolou um churrasco cheio de pessoas queridas na minha casa. À noite eu estava emocionalmente cansada de tanto bater papo e dar risada. Estava eufórica, mas consegui dormir cedo para me preparar para o domingo perfeito que estava por vir.


Sil, Aline, eu, minha irmã e Carlinha


Acordamos bem cedinho e antes das 10 da manhã já estávamos (meus pais, meu irmão, minha irmã, meu namorado e o Rafinha) no Thermas dos Laranjais de Olímpia. Mas não sem antes darmos o presente de dia das mães da minha mãe: um brinco de ouro amarelo com cristais, coisa mais brilhante do mundo. Ela amou.
Eu já sabia que o thermas era famosíssimo por sua estrutura maravilhosa e surpreendente, mas nem imaginava que fosse tudo tão perfeito. É o verdadeiro paraíso das águas, coisa de cinema mesmo! A cada passo tínhamos uma surpresa diferente e nos deparávamos com paisagens deslumbrantes, piscinas sensacionais e tudo muito lindo e inesquecível. E só com águas quentes nas piscinas. O melhor é que estava um dia lindo, de céu azul e sol brilhando.
O destaque especial ficou por conta de uma piscina muito legal em que você fica flutuando como se estivesse com uma bóia e não consegue colocar os pés no chão. Inexplicável e muito curioso. Lindo também é o lago onde andamos de pedalinho e a piscina de ondas com água quente e rodeada por coqueiros, areia e quiosque. Uma verdadeira praia. O Rafinha estava se sentindo no verdadeiro país das maravilhas, deslumbrado com tudo, nem sabia por onde começar a brincar, mas deu conta de ir em todas as piscinas e brinquedos, até na tirolesa altíssima o moleque se atreveu a ir. Eu ficava até feliz só de ver o quanto ele estava se divertindo. Mal entramos no carro pra ir embora e ele capotou no meu colo, dormiu a viagem toda.
É tão raro ter a minha família assim reunida num lugar tão lindo que sem dúvida esse domingo entrará para a história dos melhores momentos da minha vida. Mesmo o Dú tendo feito tanta falta. Não teve como não ficar imaginando o que ele aprontaria com o Rafinha naquelas piscinas. E o quanto ele teria amado aqueles tobogãs radicais.


Namorado, eu e minha mãe no clube em Olímpia



Rafinha



Minha irmã e eu

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Na semana passada foi aniversário da minha sogra e junto com minhas cunhadas e namorado dei de presente o Grill Jorge Foreman que ela tanto queria. Depois fomos jantar num restaurante japonês.

Já contei que eu estou apaixonada pelo meu estágio? Estava ansiosa pra chegar logo segunda-feira e ir correndo pra redação, escrever, escrever e escrever. Sexta-feira o site entrou no ar e eu fiquei arrepiada quando vi meus textos lá publicados. É uma sensação inexplicável e deliciosa.


por Freda Franchin às 2:55 PM

Terça-feira, Maio 08, 2007

MENSAGEM PRA VOCÊ


Ontem eu fui ao cinema pra você. Eu vi o novo filme do Homem Aranha. Você sabe que eu não sou muito fã de filmes de super-heróis, mas não poderia deixar de ver um filme que se você ainda estivesse aqui, teria esperado com uma ansiedade arrebatadora. Teria ido à pré-estréia e já o teria visto umas cinco vezes sendo que ele mal estreou.
Eu não sei como é aí onde você vive agora. Não sei se pode ver filmes. Mas tenho certeza de que ontem você estava no cinema comigo e com o André. Tenho certeza que você também vibrou com cada salto do Homem-Aranha. Tenho certeza que você amou a roupa preta dele e que achou o máximo a última batalha do filme, quando os quatro super-heróis se enfrentam.
Aquele ator que faz o Harry Osborn me lembrou você. Não sei explicar exatamente o que, se é a boca, o olhar ou o jeito. A boca dele é muito parecida com a sua, mas na parte em que ele estava bonzinho me lembrou muito o seu jeito de agir e de falar. Deu uma saudade de você!

.....................
No fim de semana fui para Bebedouro sem o namorado. E curti o tédio como nunca. Também saí pra passear com o Rafinha e o levei ao pula-pula. Também saí no sábado a noite com meu irmão e meus pais. Estávamos indo à pizzaria mas no meio do caminho paramos para assistir à apresentação do coral. No domingo voltei para Ribeirão com o carro da minha prima para entregá-lo à minha cunhada que ia levá-lo para a vistoria. E ontem meu irmão veio pra cá buscar o carro, o que causou o maior tumulto na minha vida.


por Freda Franchin às 11:06 AM

Sábado, Maio 05, 2007

TRISTEZA NÃO TEM FIM. FELICIDADE SIM?



Eu assisto a muitos filmes, no cinema e na minha casa, no mínimo 1 por semana, mas são poucos os filmes que me encantam. É divertido ver filmes de ação, suspense ou comédia, mas eu sou louca por filmes que me passam alguma mensagem. Algo que me faça ficar com um sorriso bobo no rosto enquanto sobem os créditos no final do filme. Algo que me faça querer ser uma pessoa melhor. Acabei de assistir a um desses filmes: Sob o Sol da Toscana. É um filme sobre o amor cheio de significados e mensagens. Basicamente fala sobre como o fim de um amor nos faz sofrer. Adorei a parte em que ela diz: "Você sabe o que é mais surpreendente sobre o divórcio? Ele a mata. Como uma bala no coração ou um acidente de carro. E deveria. Quando alguém que você prometeu amar até que a morte os separe, diz "eu nunca a amei", isso deveria matá-la na hora. Você não deveria ter que acordar no dia seguinte." Pois é, só que a gente sempre acorda no dia seguinte e sempre sobrevive ao fim de um amor. Mas é bem isso o que sentimos quando enfrentamos o fim de um relacionamento. Sentimos vontade de morrer e parece que nada mais faz sentido, só que o mundo não pára pra esperar a nossa dor passar e os dias vão passando, passando, e de repente, num belo dia, a gente já está apaixonada novamente por outra pessoa. A vida é estranha.
Às vezes eu me lembro do meu passado e me sinto um pouco idiota. Como quando eu tinha 15 anos e levei um fora do meu primeiro amor. Era uma noite de domingo e eu chorei tanto que mal conseguia respirar. Eu pensei que fosse morrer, mas alguns meses depois já estava novamente apaixonada. E esse outro me fez sofrer horrores e quando eu me cansei de ser feita de idiota, escrevi uma carta super ultra mega melodramática terminando tudo. Eu pensei que o sofrimento fosse me matar novamente, mas como que num passe de mágica, alguns meses se passaram e lá estava eu terminando meu primeiro namoro sério. E isso aconteceu diversas vezes e não foi só enquanto eu era adolescente. A diferença é que agora eu já fiquei, digamos, experiente. É por isso que eu chego a achar graça do sofrimento dramático das minhas amigas de 20 anos. Eu não quero parecer muito insensível quando digo pra uma delas: "Fica calma, você ainda vai passar por isso váááárias vezes".
A verdade é que eu realmente espero não passar mais nenhuma vez pelo fim de um relacionamento, mas se acontecer, é claro que eu vou sofrer, é claro que eu vou chorar tanto que vou ficar até com falta de ar e é claro que eu vou achar que vou morrer de tanto sofrer, mas agora eu tenho a vantagem de pelo menos ter ESPERANÇA. Esperança num futuro que eu ainda não conheço.
Dia desses eu estava conversando com uma amiga de 33 anos sobre esse assunto. No ano passado ela sofreu muito com o fim de um relacionamento e hoje ela está casada e grávida, então ela me disse: "Nossa, como essa vida é louca, no ano passado eu sofri tanto com o fim daquele namoro e hoje eu nem me lembro que aquele infeliz existe".

Outra mensagem linda do filme: "Eles construíram um trilho de trem ligando Viena a Veneza. Eles construíram um trilho antes de existir um trem para percorrê-lo. Eles construíram porque sabiam que um dia o trem viria."


por Freda Franchin às 3:48 AM

Sexta-feira, Maio 04, 2007

DE VOLTA À VIDA REAL



As sete da manhã o despertador tocou me avisando que depois de dois anos com vida de madame, era hora de voltar à vida real. Eu me arrastei até a cozinha, tomei meu café da manhã, me arrumei e as oito eu já estava aqui na empresa. É bem estranho chegar num lugar deconhecido e cheio de pessoas desconhecidas onde você vai passar boa parte do seu dia. Fiquei um pouco tímida, mas fui muito bem recebida, tenho uma mesa linda, com um computador lindo e minha chefe, que fica em São Paulo, fica em contato comigo pelo MSN. O dono da empresa parece ser bem legal e não fica pegando no pé da gente o dia inteiro. Na verdade eu só o vi uma vez por enquanto.
Estou me considerando a pessoa mais sortuda do planeta. Não saí uma única vez para procurar emprego ou estágio e mesmo assim consegui o estágio dos meus sonhos e o que é melhor, antes de me formar. Pelo menos aqui em Ribeirão a coisa só funciona mesmo na base do Q.I (quem indica) e quem me indicou e me entrevistou foi a Mari, uma das meninas da nossa turma que já até foi pra praia com a gente e que namora um dos amigos do meu namorado.
Também estou me considerando sortuda por trabalhar a apenas 8 minutos da minha casa e por ter meu carro para ir e vir. E mais sortuda ainda por trabalhar só meio período e ter minha tarde livre para fazer minhas coisas, que não são poucas. E é lógico que a sorte maior é poder fazer um estágio na minha área e poder escrever, assinar e publicar minhas matérias e conhecer de perto a rotina jornalística. E além de tudo isso eu ainda tenho um salário!!!
Ontem fui na Cachaçaria com o clube da luluzinha comemorar o aniversário da Ana Carla e até que consegui ir dormir relativamente cedo.

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Já contei que eu estou magrinha? É verdade que junto com a barriga foi-se boa parte da minha bunda, pernas e dos peitos, mas mesmo assim estou usando e abusando da minha barriga sequinha. Ela está longe de ser sarada, mas está bem retinha. Estou pesando 44 kilos (meço 1,56).


por Freda Franchin às 10:57 AM

Quarta-feira, Maio 02, 2007

NOS MÍNIMOS DETALHES



De quinta pra sexta passei a noite praticamente em claro, pensando compulsivamente no meu TCC. Fui almoçar no shopping com o namorado e a noite fomos para Bebedouro. Saímos pra um barzinho (Picolino) com minha mãe, minha irmã, minha prima Aline e mais dois amigos dela.

No sábado, do nada meu pai resolveu fazer churrasco e passamos um dia delicioso, tomando chope da chopeira nova do Luli e comendo muito. A Jú apareceu com o Zequinha e logo chegou também o Rafinha. E ai virou aquela farra que eu amo, com crianças correndo e gritando. O Zequinha está fofíssimo começando a andar e levando aqueles tombos gostosos.
No fim da tarde fui fazer algo que eu amo: retocar as luzes do meu cabelo. À noite fomos na Cachaçaria com a Aline e a Sil. E a Sil contou que está estudando italiano e que pretende ir à Itália fazer um estágio no hospital do câncer de lá. Fiquei feliz com a novidade porque tudo o que eu mais quero é que a Sil consiga seguir a vida dela e encontrar um novo amor sem que fique pensando sempre que está traindo o meu irmão.

Domingo fui à manicure fazer pé e mão e a tarde minha prima Aline chegou em casa com seu carro novo. Fomos dar voltinha com o carro novo e ela me levou ao supermercado e o Rafinha foi junto. Eu tinha prometido que ia levar o Rafinha para passear e ele estava lá todo eufórico, então fomos até a avenida do Lago num barzinho onde a Sil e a Aline já estavam. Rafinha é uma criança muito social, ele ficou lá quietinho sentado com a gente batendo papo e tomando seu suco de morango. Depois fomos levá-lo no parquinho porque ele queria porque queria ir no pula-pula. Eu fico tão feliz de vê-lo se divertindo tanto que fico imaginando como vai ser com meu próprio filho. Namorado é que não gostou muito dessa baladinha de criança.

Assim que acordamos na segunda-feira voltamos pra Ribeirão, almoçamos na casa da sogra e logo às 14:00 eu tive uma entrevista que me deixou empolgadíssima. É uma vaga de estágio para abastecer um site com notícias sobre saúde. Eu nem sei o que é melhor, o horário que é das 8 às 13:00 ou escrever sobre saúde que é o assunto que eu mais amo. Agora eu estou aqui na expectativa, esperando eles me ligarem cheia de esperanças.
Depois da entrevista fui ao salão depilar a virilha e quando acabou a sessão tortura fiquei dando voltinhas pelo centro da cidade, só olhando vitrines e passando vontade. À noite, por algum tipo de milagre da natureza, namorado topou me dar um descanso das baladas e ficar em casa na véspera do feriado.
Terça-feira foi um feriado com cara de domingo e depois do almoço na casa da sogra fomos ao shopping ficar com minha cunhada na loja dela. E eu não posso andar pelo shopping pra não cair em tentação diante de tantas coisas lindas e cor de rosa, quero comprar tudo pra minha sobrinha, mas estou me contendo. Por enquanto. No resto da noite fiquei lendo coisas sobre meu TCC entre uma leitura e outra da Boa Forma e da Marie Claire.

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Sexta-feira o frio chegou e parece que veio para ficar. Eu até que gosto dessa temperatura mais agradável, enquanto o sol brilha forte. Só não gosto de noites frias. Adoro me vestir bem mas detesto comprar coisas de inverno. Minha salvação é o meu super casaco da Planet Girls que comprei no ano passado. Ele é lindo e bem quentinho. Definitivamente vai virar meu uniforme mais uma vez. E eu já estou contando os minutos para o verão voltar.

UPDATE: O estágio deu certo!! Começo amanhã!!! Ainda não caiu a ficha que depois de quase 2 anos "disponível no mercado de trabalho" eu terei novamente um trabalho. Horário pra entrar e sair, chefe, salário, responsabilidades e compromissos. Me sentirei útil fazendo o que mais sei fazer na vida: escrever. Como serei estagiária e ganharei uma mixaria ficarei lá só até as 13:00. Amei esse horário porque terei a tarde livre para me dedicar ao meu TCC, aos trabalhos da faculdade, aos meus livros e minhas revistas. Estou sentindo uma esperança do tamanho do mundo de que tudo vai melhorar na minha vida a partir de amanhã.


por Freda Franchin às 12:21 PM