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Sexta-feira, Junho 29, 2007
ÚLTIMAS
As aulas deste semestre terminaram com as fotos para a formatura. O problema é que era plena segunda-feira e eu havia me esquecido completamente das fotos, de maneira que o meu processo de embarangamento estava completo. Meu cabelo estava sujo, eu estava com minha calça jeans mais velha e feia e pra piorar, estava de tênis. Logo eu, que nunca uso tênis. O jeito foi pegar umas maquiagens das meninas e dar um jeito aqui e ali, um pouco de pó, blush e gloss me salvaram, mas pra esconder a roupa tive que ficar bem escondida atrás das meninas. A vantagem é que vou detestar tanto as fotos que não vou nem cair na tentação de gastar fortunas em mais um álbum de formatura.
No primeiro dia de férias, Monique e eu fomos bater perna no Shopping Santa Ursula e quase enlouquecemos na Tok Stok. Comprei uns colantes em gel para decorar o espelho, uma fronha bem colorida para travesseiro e uma almofada de flor combinando com a fronha.
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Ontem namorado e eu fomos na casa de um amigo dele que acabou de ter bebê. A Lívia é prematura e tão pequena que parece de mentira, mas é perfeita demais, toda delicadinha e com a boquinha grossa. Babei muito e fiquei ainda mais ansiosa para que a Laura nasça logo.
Antes da visita fui até uma loja comprar um presentinho pra levar e quase enlouqueci em meio a tantas coisas fofas. Pra Lívia comprei uma toalha de banho estampada com borboletas e joaninhas cor de rosa e acabei não resistindo em comprar algo pra Laura. Comprei uma roupinha linda demais pra ela usar quando tiver uns 2 meses.
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Estou entrando em desespero, na semana que vem já o casamento da Yvi e logo agora eu voltei a engordar! Estava bom demais pra ser verdade a minha barriga tão sequinha! Aquela semana inteira a base de café da manhã de hotel me custou uns 2 kilos e agora vou precisar correr contra o tempo para ficar sequinha até o casamento. E eu só peço a Deus mais uma semanina de dias quentes pra eu e meu vestido vermelho não morrermos congelados.
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Esta semana terminei de ler o livro Caçador de Pipas. Apesar de bem dramático eu amei o livro, também pela história, mas principalmente pela linguagem impecável. Tudo escrito lindamente, com palavras escolhidas a dedo e nem sequer um errinho de digitação.
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Agora está uma onda aí de uns marginais (universitários, inclusive) espancar mulheres nos pontos de ônibus. Eu só não consigo entender qual exatamente é a graça disso.
por Freda Franchin às 12:20 PM
Quarta-feira, Junho 27, 2007
O TEMPO NÃO PÁRA
Passada a fase depre que incrivelmente me tirou até a vontade de escrever aqui no blog, estou mais tranqüila e até feliz. Sempre que eu chego na empresa ou encontro algumas pessoas, tudo o que eu passei em São Paulo vem à tona e eu fico me sentindo péssima. É quase como se a péssima idéia de pessoa que eles tem de mim, fosse verdadeira. Mas isso já está diminuindo, dia após dia. Como eu disse, o tempo é implacável em situações como essa.
Minha editora disse que eu estou indo muito bem e em breve passarei a trabalhar não mais meio período, e sim até as cinco. Isso sem dúvida me deu um novo ânimo para continuar e ter a certeza de que não estou engolindo as injustiças em vão.
Muitas coisas legais e importantes deixaram de ser contadas aqui por conta do meu baixo astral. Como o casamento do colega de trabalho do meu namorado a que fomos em Monte Alto. A festa foi impecável, comida maravilhosa, música boa, caipiroskas divinas e ainda conheci todos os colegas de trabalho do namorado e suas esposas. Foi bem divertido. Melhor ainda foi termos ficado num hotel.
Namorado e eu na festa de casamento
E na igreja
Outra coisa que eu ainda não contei é que a Sil finalmente está feliz. Ela está saindo com um dentista que a está deixando nas nuvens. Apaixonadíssima, feliz de verdade, ela chegou a chorar enquanto me contava a história. Torço muito para que finalmente ela entenda que meu irmão se foi para sempre e que ela precisa seguir a vida dela.
O casamento da minha cunhada se aproxima e o vestido que mandei fazer está ficando deslumbrante. Esta semana vou fazer a 2ª prova. O decote que escolhi ficou lindíssimo, além de diferente. Diferente porque eu nunca vi um vestido com aquele decote, que tirei de uma blusa minha que adoro. Ainda preciso decidir se vou com acessórios prata ou dourado. Quero dizer, meu vestido é vermelho, que fica muito mais lindo com dourado do que com prata, mas acessórios de festa prateado eu tenho vários e não tenho nada dourado, de modo que terei que gastar uma fortuna em brinco, pulseira, anel e sandália.
Meu namorado me deu um cartão de memória pro meu celular de 1 gigabyte e agora posso tirar milhares de fotos e colocar milhares de música no mp3 player. Praticamente um pen drive. E eu dei pra ele de dia dos namorado um de 2 gigabyte.
O fim de semana foi totalmente cinematográfico. No sábado, namorado, eu, Yvi e Renato fomos ao cinema ver 13 Homens e um Destino, o detalhe foi que a sessão começou a meia noite e mesmo o filme estando interessantíssimo, meus olhos estavam mais interessados em ficar fechados. Domir no cinema é o fim!
Domingo namorado e eu fomos ao cinema novamente ver o Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado, que é meio fraquinho, mas divertido.
E sexta-feira foi aniversário do meu sogro e comemoramos no Serjão, lanchonete e restaurante finérrimo.
Ontem namorado e eu finamente assistimos ao filme Diamante de Sangue. Achei o filme sensacional, não é a toa que ganhou tantos Oscar. Em muitos momentos fiquei revoltada, com vontade de acreditar que o mundo é um lugar bom e justo e que nada daqueles horrores acontecem de verdade. A lavagem cerebral que eles fazem nas crianças é de passar mal de ódio.
por Freda Franchin às 3:43 PM
Sexta-feira, Junho 22, 2007
E A TRISTEZA TEM SEMPRE UMA ESPERANÇA
Finalmente a tristeza e a sensação angustiante estão indo embora, um pouquinho por dia. Não vou entrar em detalhes sobre o que aconteceu, mas posso dizer que passei por uma situação chatíssima com meu chefe em São Paulo. Uma situação que estragou tudo, que destruiu o meu encanto com o estágio. E estragou tudo de bom que eu vivi em São Paulo. Destruiu a minha felicidade em estar cobrindo uma feira, como uma jornalista de verdade. A minha felicidade por estar sendo apresentada a pessoas importantes. Destruiu até mesmo a delícia que era acordar todos os dias e encarar aquele café da manhã maravilhoso do hotel.
Eu só consigo pensar na injustiça de toda aquela situação por que passei. Injustiça porque um enorme mal entendido, misturado com mentiras, invenções e maldade, destruíram a minha felicidade.
Ao final de tudo, sem a oportunidade de ser ouvida, resolvi engolir em seco com o único intuito de preservar a realização de um de meus maiores sonhos: trabalhar escrevendo. Mas algum dia Deus há de me dar uma oportunidade de esclarecer tudo e dizer as minhas verdades e finalmente perguntar POR QUE?
E se tem uma coisa que eu aprendi muito bem nessa vida, foi nunca passar por momentos difíceis sem tirar grandes lições. E se esse serviu para me destruir, serviu também como uma grande experiência. Foi muito útil para me fazer perceber que nem todas as pessoas são boas e que, vivendo num ninho de cobras, é preciso ser um pouco cobra também.
Não vou deixar que nada disso destrua a minha paixão pelas palavras. Nem que me desanime de continuar dando o meu melhor, de continuar consultando sempre o dicionário e o manual de estilo do Estadão e nem de me cansar de ler e ler para entender cada vez mais o universo da gestão e economia da saúde. E continuarei com os meus planos de assim que terminar o meu curso de gramática, começar um de diagramação de jornais e revistas.
Eu no hotel, antes de ir para o primeiro dia da feira
Eu com as meninas que fizeram promoção pra revista: Lili, Ingrid e Carleny
Manu, eu e Lili, fazendo farra no quarto do hotel
Tem mais fotos de São Paulo lá no Buzznet.
por Freda Franchin às 10:48 AM
Quarta-feira, Junho 20, 2007
Depois que o meu irmão morreu, eu soube que nada por que eu passasse na vida superaria aquele sofrimento e aquela dor. Nada pode ser pior do que enfrentar a morte de uma pessoa tão próxima. Nada pode ser pior do que enfrentar o dia a dia com a sensação constante de que está faltando alguma coisa. Nada pode ser pior do que a certeza de que você nunca mais verá aquela pessoa novamente.
É por isso que sempre que eu passo por uma situação desagradável ou triste ou destruidora eu penso que está ruim, mas nem tanto. Nada é tão ruim quanto a morte e a perda permanente.
Em ocasiões como a que estou vivendo agora eu só consigo desejar ter o poder de acelerar o tempo. O tempo é implacável em situações como esta. Só ele é capaz de amenizar os problemas e mandá-los para bem longe, lá para o passado.
Hoje o meu maior desejo é o de que o tempo voe para que esta sensação destruidora e angustiante de ser aos olhos dos outros o que eu não sou, vá morar lá no passado.
Ontem, antes de dormir, conversei com o meu irmão, e pela primeira vez desde que ele se foi, eu lhe pedi ajuda. Pedi para que ele me ajudasse a enfrentar esta situação e me indicasse um caminho. Hoje, poucas horas depois que eu acordei, o problema ficou, se não resolvido, ao menos amenizado. E agora eu estou sentindo um pouco mais de alívio, enquanto o tempo se encarrega de suas responsabilidades.
por Freda Franchin às 10:53 AM
Quarta-feira, Junho 13, 2007
TUDO LINDO
Gente, o que é aquela 25 de março?!? Em meia hora gastei horrores e voltei pro hotel parecendo uma sacoleira, com uma bolsa marrom de couro da Giorgio Armani, um relógio cheio de strass maravilhosérrimo da Gucci e um body splash de pêra da Victoria Secrets. E as andanças mal começaram! Amanhã o hotel vai chamar uma van pra nos levar lá pro Brás.
Fora esse pequeno rombo na minha conta bancária, estou feliz demais trabalhando na feira. Me achando A Jornalista, de terninho, scarpin e um crachá lindo onde diz: Freda Franchin, jornalista da revista Healthcare Brazil. O que mais tem por aqui é alemão, francês e japonês, a impressão é a de que eu escuto muito mais as pessoas falando em inglês do que em português. Tirando a saudade do meu namorado e o meu pé que já está em frangalhos, o resto está tudo lindo demais!
por Freda Franchin às 4:04 PM
Domingo, Junho 10, 2007
MARATONA
Nos últimos dias tenho vivido uma verdadeira maratona. Vou passar a próxima semana em São Paulo cobrindo a feira Hospitalar pro site em que estou fazendo estágio. Será uma experiência profissional inesquecível e completamente nova e desafiadora. É a maior feira da América Latina do setor médico-hospitalar e terá visitantes de 30 países. Estou ansiosa pela experiência profissional, mas também por que finalmente poderei realizar minhas sonhadas andanças por São Paulo. Não terei muito tempo, já que a feira começa ao meio dia e só termina às nove da noite, de modo que terei que acordar bem cedo pra dar tempo de fazer tudo o que quero: ir ao mercado municipal comer pastel de bacalhau e sanduíche de pernil, bater perna na 25 de março, Braz e José Paulino. A sorte é que vou ficar num hotel pertinho de tudo isso. Mas provavelmente não vai ser dessa vez que vou conhecer o Museu da Língua Portuguesa, nem o bairro da Liberdade e nem mesmo as massas dos restaurantes do Bixiga, mas tenho certeza de que não faltarão oportunidades.
Este feriado prolongado foi uma correria absurda, eu não parei um minuto. Primeiro teve a peregrinação em busca de um terninho. Só fiquei sabendo que eu teria que usar terninho na feira, no penúltimo minuto do segundo tempo. Mesmo assim dei sorte de encontrar um bem barato e bem lindo, mas isso foi só depois de muuuuita procura e andança. Mas aí teve o corre corre de levar a calça 38 para a costureira transformá-la em 34.
Teve também o corre corre numa outra costureira onde mandei fazer uma calça social de veludo cotelê, que inclusive ficou cara mas impecavelmente maravilhosa. Fora isso ainda fui com minha cunhada Yvi a uma outra costureira onde vamos fazer nosso vestido do casamento, ela o de noiva e eu o de madrinha. Escolhi um modelo liiiiindo!
Depois ainda fui em uma outra costureira levar pra apertar o vestido que vou usar no casamento do colega de trabalho do namorado que será no próximo sábado, assim que eu voltar de São Paulo.
Também tiveram incontáveis idas a incontáveis lojas em busca de um sapato confortável para usar na feira. Devo ter ido em mais de 20 lojas, entre shoppings, centro e avenidas. Finalmente comprei um scarpin vermelho escuro e uma sapatilha de bico fino de oncinha. Eu vou ficar muito chique de terninho e scarpin!
Enquanto todas essas maratonas aconteciam, eu ainda tentava encontrar 4 meninas que pudessem ir para São Paulo trabalhar como promotora na feira. A responsabilidade nem era minha, mas eu acabei me envolvendo na tarefa e me estressei bastante.
No meio disso tudo eu ainda tive que receber o eletricista, ir à manicure, ir ao banco, ir ao supermercado, devolver filmes na locadora e ir à Sansung resolver uns problemas do celular do namorado. Mas também fui comemorar o aniversário da tia do namorado no Coxilha dos Pampas, um rodízio de carne divino. Fui à um barzinho com a turma inteira onde tomei uma caipiroska que me deixou bebinha. Mas na sexta-feira não aguentei, e antes das nove da noite eu já estava entregue aos braços de Morfeu, enquanto o namorado foi pra um bar com o pessoal.
Eu fico cansada só de lembrar do modo como eu entrava e saia do carro o tempo todo. Mas aí eu me lembro de que poderia ter sido muito pior se eu não tivesse carro e agradeço por cada vez que eu estacionei e dirigi e entrei e saí do carro. Foi quase um tanque de gasolina nessa brincadeira. E agora eu me sinto exausta e ainda tenho que fazer a pior parte: arrumar a mala.
Minha família japonesa no Coxilha dos Pampas, comemorando o niver da tia Mi
Namorado e eu no Coxilha
Eu indo embora do Coxilha, barriguda depois de comer muuuito
Mesmo assim, apesar de toda essa correria que acabou com os meus planos de um feriado prolongado tranqüilo e feliz ao lado da minha família japonesa, eu estou feliz demais com a oportunidade profissional que terei. Saio de Ribeirão na segunda bem cedo e só volto na sexta à noite ou no sábado de manhã. Se alguém de SP puder ir me encontrar (viu Luciana, Tati, Juliana???), me envie um e-mail no fredafranchin@terra.com.br, para eu enviar o número do meu celular.
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Dei uma colônia e um sabonete líquido da linha Mamãe & Bebê, da Natura pra minha cunhada deixar a Laura bem cheirosa.
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Essa semana minha roommate Hello comprou uma TV de 29, tela plana, chiquérrima. Além do som parecer com o de um home theater, a imagem é sensacional. Essa república está ficando muito chique!
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Essa semana eu também tive retorno no neurologista que me deu mais receitas para minhas pílulas de felicidade e ficou impressionado com a minha melhora.
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No fim de semana também conheci a Manuela, priminha mestiça do meu namorado, de 1 ano e 5 meses. Coisa mais fofa do mundo a menina, fiquei só olhando os olhinhos puxados dela e imaginando a carinha da minha sobrinha quando nascer.
Olha que linda que ela é!!! Tem mais fotos dela no meu buzznet, ali do lado esquerdo.
por Freda Franchin às 2:46 AM
Segunda-feira, Junho 04, 2007
MARAVILHA
No verão você acorda pra ir trabalhar, veste uma calça jeans ou social, uma sandália e uma blusinha e está pronta.
No inverno, você acorda pra ir trabalhar, veste uma calça, mas tem que pensar se a calça é mais comprida ou cigarrete para dar certo com a bota. Pra escolher a blusa você tem que descobrir a intensidade do frio, para saber quantas blusas serão necessárias. Então você tem que pensar se a blusa que você vai colocar por baixo vai combinar com a de cima para não sair de casa parecendo um arco-íris. E se as blusas vão combinar com o casaco que você pretende colocar. E então você está pronta! Pronta pra chegar atrasada no trabalho!
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Ontem eu fiquei sabendo que serei madrinha do casamento da minha cunhada, que será daqui a 1 mês. Ela pensou que eu já sabia, mas eu não tinha sido convidada formalmente, então pensei que meu namorado seria padrinho com alguma prima dele. Foram muitas as vezes em que me perguntaram se eu seria madrinha e eu respondia: "acho que não". Fiquei tão feliz em saber que serei madrinha!!
A sorte foi que eu já tinha comprado o tecido para mandar fazer o vestido. Comprei patú (tipo cetim, brilhante de um lado e fosco do outro) vermelho queimado. Eu detesto vestido de festa vermelho, mas o vermelho que comprei é lindo, um tom bem escuro e ao mesmo tempo vivo. Eu queria um tecido cor cereja, uma cor que beirasse o pink e o vermelho, se não me engano essa cor chama-se maravilha. Também queria um azul turquesa ou um laranja ou pink. Gosto de cores vivas e alegres, mas não encontrei tecido em nenhuma dessas cores. Agora estou desesperada em busca de um modelo lindo e decotado e extravagante e de alguma idéia brilhante pra eu não passar frio. O que vocês acham de um bolero curtinho da mesma cor do vestido?
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O fim de semana foi ótimo. Na sexta fui com o namorado pra Bebedouro pra festa de aposentadoria do meu pai. Foi em uma chácara, teve javali, cerveja e um pai muito muito feliz recebendo presentes e carinho dos colegas do banco.
No sábado fiz meus programas de mulherzinha (manicures da vida) e a noite fomos com meus pais e os meninos a uma pizzaria.
Domingo voltamos para Ribeirão e um sono dominador me fez ir dormir as 20:30. E hoje acordei tããão disposta. Neste inverno a minha cama está consideravelmente mais irresistível.
por Freda Franchin às 11:44 AM
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