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Sexta-feira, Julho 27, 2007
Agora sim acabou a mamata de vez. Esta semana comecei a trabalhar até as 17:00. Mais especificamente desde quarta-feira.
De manhã estou abastecendo o site de saúde e na parte da tarde abasteço os sites de agronegócios de o de municípios. Os três voltados para administração. Apesar da saudade da minha cama, estou gostando muito do trabalho em si. Aprendendo a cobrir outros assuntos e convivendo com palavras o dia todo. Amo!!
Também mudei de sala, antes ficava numa sala com a Manuela e a Fernanda, e agora fico numa sala sozinha e abanadonada!
A empresa deixa muito a desejar, mas eu estou aproveitando cada minuto que passo aqui para aprender o máximo. Apesar de tudo, me sinto privilegiada por estar fazendo estágio na área e ganhar experiência. Tenho certeza de que o sacrifício valerá a pena algum dia e eu serei reconhecida.
Meu salário está 17 dias atrasado, minha conta está super ultra mega devedora. Tem que rir pra não chorar!
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É raro eu ficar doente, normalmente passo 5 ou mais anos sem ter nada, nem gripe, mas este ano estou doente pela segunda vez. A primeira foi no comecinho do ano quando tive aquela virose com cara de dengue e esta semana estou com dor de garganta. Até ontem estava fraquinha e suportável, mas hoje começou a me incomodar bastante. Cada saliva que eu preciso engolir é um sacrifício imenso. Isso me lembra do meu irmão. Ele sempre tinha dores de gargantas absurdas e quando ficava doente virava um bebê. Então, pra ele não ter que passar pelo martírio de engolir a saliva, ficava com um copo sempre por perto e cuspia tudo ali. Era nojento, mas estou com vontade de fazer o mesmo!
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Esta semana, namorado e eu assistimos a vários filmes: “Cartas de Iwo Jima”, “A Procura da Felicidade” e “As Cinco Pessoas que você encontra no Céu”. Todos aprovadíssimos. O último é o filme de um livro do Mitch Albom que eu já havia lido e o filme é bem fiel ao livro, ou seja, lindo demais!
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Minha cunhada voltou da lua de mel mais barriguda do que nunca. Estou apaixonada pela barriga dela, dá vontade de ficar com a mão lá o tempo todo. Segundo meu sogro, estou tão empolgada com a gravidez que no dia do parto é capaz de eu chegar à maternidade antes dela. Agora que ela já está “bem grávida”, quero dizer, que o parto já se aproxima, comecei a pensar ainda mais na Laura e estou ansiosíssima, quase nem acreditando que daqui a pouco teremos uma bebê japonesinha na família.
E ontem nasceu o Apolo, bebê da prima do meu namorado de São Paulo, não vejo a hora de ver uma foto dele!!
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Acho que eu ainda nem contei aqui, mas além de eu trabalhar com a Mari, que já era minha amiga e é namorada de um dos amigos do meu namorado, agora a Lili também está trabalhando aqui, ela é namorada do melhor amigo do meu namorado. Está sendo legal ter a companhia delas aqui.
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Meu blog está super abandonado! Acho que ninguém mais vem aqui. É que depois que comecei a trabalhar quase não entro mais em muitos blogs e nos que entro não comento. Então até entendo o abandono, mas eu gostava tanto dos comentários. Muito triste!
por Freda Franchin às 11:37 AM
Terça-feira, Julho 24, 2007
JORNALISTA DE VERDADE
Na semana passada estive em Piracicaba cobrindo uma feira de agronegócios, a Simtec (Simpósio Internacional e Mostra de Tecnologia da Agroindústria Sucroalcooleira), que aconteceu de 17 a 20 da semana passada. A verdade é que até o último momento eu tive esperanças de não ir pra feira, estava desanimada e com medo de novos problemas com meu chefe. Além disso, eu cubro saúde, não entendo nada de agronegócios e tive que me desdobrar pra dar conta de abastecer o site em que trabalho e ajudar a editora da revista de cana. Eu e ela tivemos a enorme responsabilidade de fazer o informe diário e oficial da feira, o que significa que tivemos que cobrir todos os acontecimentos e novidades e tudo tinha que ficar pronto muito rápido para a gráfica imprimir e as promotoras distribuírem o informe no dia seguinte com as notícias fresquinhas.
Apesar da correria e do cansaço foi um aprendizado enorme que valeu cada gota de chuva que tomei, cada bolha no meu pé, todo frio e fome que passei e cada frustração e desentendimento com pessoas mal-humoradas, incompetentes e mau caráter. Participando de coletivas, entrevistas exclusivas, caçando pautas, editando textos e fotografando, aprendi muito mais do que na feira de saúde que fui em São Paulo no mês passado. E de quebra me senti uma jornalista de verdade.
É por isso que tenho engolido tantos problemas e enfrentado tantos obstáculos, porque o que estou aprendendo aqui, no dia a dia da profissão, faculdade de jornalismo nenhuma ensina. O conhecimento vivenciado no dia a dia é sagrado e impossível de ser ensinado por meio de teorias.
Lá em Piracicaba ficamos hospedados em uma chácara, em 11 pessoas. A chácara era linda, tinha piscina, forno a lenha, churrasqueira, mesa de sinuca, parquinho, campo de futebol, mas trabalhando até as nove da noite não deu pra aproveitar nada. Ficamos em 7 meninas num quarto, o que garantiu risadas infinitas, muito bate papo e poucas horas de sono. Estávamos numa turma de meninas bem divertida: Lili, Line, Carleny, Fer, Ticiane e Ingrid, o que tornou a viagem bem melhor, apesar dos choros e da vontade de voltar pra casa.
Na feira
No parquinho da chácara com as meninas
Chegamos em Ribeirão no sábado às 3 horas da tarde, depois de 3 horas de viagem. Mas ainda deu tempo de dar uma cochilada antes de ir ao cinema com o namorado, a Line e o Diego. Vimos Transformers, eu adorei o filme e fiquei imaginando o quanto meu irmão adoraria aquele filme! É a cara dele! Aliás, é impressionante como meu namorado tem os gostos parecidos com o do meu irmão. Depois do cinema fomos jantar no Habib´s.
No domingo fomos no bar Jordiano comemorar o niver da Mari. Foi um final de tarde e início de noite muito bom, regado a chopp, carpaccio e muitas comidas boas e caras.
Niver da Mari no Jordiano
por Freda Franchin às 12:04 PM
Terça-feira, Julho 10, 2007
CASAMENTO E RESSACA MORAL
O final de semana P-E-R-F-E-I-T-O começou na sexta-feira com uma ida ao Tanabata (festival japonês). Namorado e eu comemos sukiaki, fizemos comprinhas japonesas e andamos muito.
No sábado acordamos cedo para o casamento civil da minha cunhada e fomos ao cartório com meus sogros.
O casal grávido e recém-casado, no cartório
Namorado e eu, no cartório
Amandinha (prima do meu namorado) e eu, no cartório
O resto do sábado foi só correria com os preparativos do casamento. Sorte que eu já tinha feito a mão e o pé na sexta. Fui pro salão as quatro da tarde e só saí de lá as 18:30, linda e devidamente atrasada. Amei tanto o meu cabelo e a minha maquiagem que fiquei até feliz quando fiz o cheque!
O casamento foi demais, tudo lindo e divertido, até a hora em que eu tomei vinho demais e acabei passando mal. A sorte é que foi só no finalzinho da festa, quando todos já tinham ido embora e tinha ficado só a nossa turma. O mais engraçado é que todo mundo da turma ficou completamente bêbado, o que já rendeu muita história e risada. Os noivos foram os únicos que assistiram a todo o “espetáculo” sóbrios e antes da noite de núpcias ainda tiveram que levar vários bêbados pra casa.
A Yvi estava linda de noiva, uma típica japonesa. O vestido dela era tipo um quimono japonês, super criativo e diferente. E o Renato, que adora uma bermuda com havaianas, estava chiquérrimo de fraque.
Namorado e eu, na festa
Minha cunhada Fer e eu, na festa
Namorado, noiva, noivo e Fernanda
No domingo, acordei com ressaca moral, mas passou assim que cheguei na casa do namorado e percebi que eu não tinha sido a única a dar vexame no casamento. A casa do meu namorado estava lotada de tias, tios e primas e tivemos um domingo e uma segunda-feira bem família. No domingo minha sogra fez o seu sukiaki maravilhoso e depois fui com a Yvi até o salão, buscar o resto do bolo e dos bem-casados.
Encerramos o feriado com uma ida a um restaurante japonês, com o mais novo “casal casado” e comemos sushi e tepan de shimeji na manteiga.
O resto das fotos do casamento estão lá Buzznet.
por Freda Franchin às 3:00 PM
Quarta-feira, Julho 04, 2007
NEWS
Hoje já é quarta-feira e eu ainda nem vim aqui contar sobre o fim de semana tranquilíssimo que eu tive. A verdade é que na parte da manhã, enquanto estou no trabalho, fico tão animada escrevendo minhas notas que dificilmente sinto vontade de escrever no blog. E na parte da tarde, já em casa, passo longe do computador e me entrego aos braços de morfeu. Tenho dormido praticamente todas as tarde, aproveitando que estou de “férias” do meu TCC e que ainda não comecei a trabalhar no período da tarde. O sono da tarde é o melhor de todos!
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Mas no fim de semana eu fui pra Bebedouro sozinha, saí da empresa, abasteci o carro e fui direto. Cheguei lá a tempo de almoçar com meus pais, oficialmente aposentados, diga-se de passagem. Ainda deu tempo de colocar a conversa em dia e de tirar um cochilo antes de ir retocar as luzes na cabeleireira.
À noite, meus pais, o Rafinha e eu pretendíamos ir à uma quermesse, mas minha irmã atrapalhou nossos planos com sua ida à rodoviária e acabamos ficando em casa. Foi uma noite “muito delíxia”, como diria o Rafa. Fiquei na cama de meus pais, com minha mãe e o Rafa, num verdadeiro ataque de cócegas. O moleque quase morreu sufocado de tanto dar risada.
Na manhã de sábado, fui com minha mãe e o Rafa comprar o presente de casamento da minha cunhada e o presente de aniversário da minha prima Aline. Como a Yvi e o Renato enviaram um cartão aos meus pais comunicando o casamento e oferecendo a casa para visita, minha mãe decidiu enviar um presente e comprou um jogo completo para whisky, com copos, dosador, pegador de gelo e baldinho de gelo. Eles amam whisky e também amaram o presente.
Mais tarde, na hora do almoço fomos ao aniversário da Aline, que fez um churrasco para comemorar seus 25 aninhos. Cheguei em casa depois das 6 da tarde, tomei banho e quase criei raízes no sofá da sala, fiquei vendo “fumes” com o Rafa e meus pais.
O domingo também foi, digamos, relaxante. Dormi, vi filmes, apertei muito o Rafa e o Zequinha e só voltei para Ribeirão às 8 da noite.
O Rafinha está muito fofo ultimamente. Super educadinho e obediente. Voltou a passar a maior parte do dia lá em casa, para a felicidade dos meus pais. É o reizinho da casa, ganha todos os dvds que pede, yakult, danoninho. Esses dias ele não queria ir embora nem pra dormir e disse que queria dormir na cama do Dú. É impressionante a admiração que ele tem pelo meu irmão. Ele só conhece o Dú por fotos e fica eufórico diante de qualquer menção do nome dele e diante de fotos.
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Já peguei meu vestido que mandei fazer para o casamento da Yvi. Ficou simplesmente deslumbrante! Tão lindo que eu nem queria tirar ele do corpo, mas aí a costureira me lembrou de que seria bem estranho uma pessoa com aquele vestido no meio da rua em plena segunda-feira a tarde. Também peguei emprestada a sandália e a pulseira dourada da minha irmã. Já marquei horário para cabelo, maquiagem, pedicure e manicure. A única coisa que está difícil é me livrar dessa pequena banha de 1 kilo que se alojou na minha barriga. Eu simplesmente não consigo resistir às delícias do restaurante em que almoço e falta só 3 dias para o casamento!
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Segunda-feira foi impossível não lembrar que estava fazendo 1 ano do falecimento da minha avó Laura. Um ano sem aqueles abraços calorosos e demorados! É engraçado o modo como sempre tive a sensação de que minha avó nunca morreria e que aqueles almoços de domingo em sua casa seriam eternos.
por Freda Franchin às 12:37 PM
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